praia de pitangueiras, guarujá, dezembro de 2008
E o que sobra em SP? Tranquilidade. Ruas vazias. Silêncio. Lugares sem fila. Diversão disponível. Lazer sem sofrimento. Consumo calmo. É aquela desolação pra quem está acostumado com a cidade saturada, mas talvez seja um número de humanos mais próximo do que essa metrópole realmente comporta. "Ah, se fosse sempre assim..." é o que o paulistano que sobrou aqui suspira. É claro que SP só é SP por causa da efervescência humana que por aqui borbulha. E isso tb é "bom". Mas é que há muito tempo eu também não aproveitava o bom de São Paulo, que aparece justamente quando a gente tira aquele bando de pessoas a mais de cima dela.
Dava até pra descer a rua Augusta a 120 por hora!



Um comentário:
A gente fomos na contra-mão. Vai indo que eu não vô!!
Agora quando eles voltarem, nois vai..
Postar um comentário